A Importância das Tarefas Semanais Para o Processo de Coaching

11.07.2017

Se você já atua como coach, sabe que ao final de cada sessão é importante estabelecer, em conjunto com o coachee, atividades que este deve fazer até o encontro seguinte, como forma de intensificar o aprendizado da sessão e aproximá-lo do objetivo trabalhado.

Quando comecei a atender, ficava muito preocupado quando, na sessão seguinte, algum coachee me dava o feedback de não ter cumprido alguma tarefa estabelecida. Me questionava sobre minha capacidade como coach e sobre o interesse real do coachee com o programa.

Para que servem as tarefas semanais?

As muitas horas de atendimento e os processos de coaching finalizados foram me ensinando que as tarefas semanais, mais do que meras atividades para execução pelo coachee até o dia da próxima sessão, são úteis para testar se as atividades encontradas cabem na rotina e no dia a dia dele, e se efetivamente o auxiliam em sua evolução e proximidade do objetivo pretendido.

Não raras vezes, atividades que a princípio pareciam importantes, na semana seguinte, durante o feedback de cumprimento, se mostraram irrelevantes para o coachee, e o inverso também é verdadeiro. Atividades que pareciam pequenas quando estabelecidas, se mostraram essenciais para a autodescoberta e evolução do coachee.

Neste universo do desenvolvimento humano, despojar-se de julgamentos é o melhor caminho para o crescimento tanto do coach como do coachee.

Qual é a quantidade serva de tarefas?

Também no meu início, tinha grande preocupação com a quantidade de tarefas estabelecidas. Se o coachee definia apenas uma coisa para fazer, eu tinha a sensação de não estar entregando o máximo do processo a ele, e não raras vezes estimulei alguns coachees a definirem mais atividades para sua semana.

Acertei com alguns, errei com outros, mas o aprendizado ficou e me amadureceu como coach.

Mais atividades não é sinônimo de mais evolução. Se a rotina do coachee não conta com tempo disponível para muitas tarefas extras, não adianta desaguar sobre ele tal ônus. Não será saudável para o processo de coaching.

Como diz Leonardo Da Vinci: “A simplicidade é o último grau de sofisticação”.  

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