Como Fazer Para Enfrentar um Risco?

12.06.2017
Crie seu futuro – 728 x 90

Quando você está caminhando em uma floresta e depois de algum tempo, se dá conta de que as escolhas que fez até aquele momento não o levarão ao destino desejado, você se sentirá perdido por, talvez, não conseguir retornar ao ponto de partida. Ficará, também, um pouco frustrado consigo mesmo, por ter depositado expectativas naquela jornada e as coisas não terem acontecido como se esperava a princípio.

Não importa se você está no meio de uma floresta sem a disponibilidade de qualquer recurso tecnológico (como celular ou GPS) ou em uma encruzilhada decisiva que a vida lhe apresenta (futuro profissional, relacionamentos interpessoais, questões delicadas de saúde…). Nestas situações, quando você se sentir perdido e angustiado por não conseguir encontrar uma saída, a primeira coisa a se fazer é não se deixar dominar pelo medo.

Quando mantemos as emoções sob controle, diante de uma situação desafiadora, a razão torna-se soberana. Ela nos permite tomar decisões que façam sentido, de forma objetiva. Agindo dessa forma, a saída poderá ser encontrada mais rapidamente e com menos sofrimento.

E quando não há um risco iminente a vista?

Quando se está num bimotor a 12 mil pés de altitude, prestes a saltar de paraquedas, os riscos e perigos são evidentes. Por isso, são avaliados e estudados previamente para dar a maior margem de segurança possível ao salto.

Mas na vida, há situações em que o risco se apresenta de forma sutil, despercebido por muitas pessoas. Situações onde o perigo está disfarçado sob a forma de uma zona de conforto. Momentos em que atitudes negligentes no presente representarão um impacto devastador no futuro.

Aos 18 anos, a vida e o corpo são uma festa. Tudo parece ser permitido e atraente aos sentidos. A fragilidade e transitoriedade da vida humana é algo que não se cogita nesta idade. Nada de errado em se ter 18 anos. É um período experimental incrível, entre a adolescência e a idade adulta.

Um dos maiores perigos na vida das pessoas acontece quando elas não se dão conta de que já não tem mais 18 anos. Quando tem uma atividade profissional economicamente ativa, mas não tem reservas para o futuro por gastarem tudo o que ganham. Não se dão conta de que não terão 18 pelo resto da vida delas. Os outonos chegam para todos!

A atividade profissional exercida hoje, poderá não existir daqui 5 ou 10 anos. Você se lembra do que aconteceu com as locadoras de vídeo, não é? Ou talvez, você nem faça ideia do que eram locadoras de vídeo. Isso pode acontecer com a grande maioria dos negócios que existem atualmente.

Outro aspecto: o nível de energia e disposição para o trabalho, de uma pessoa de 25 anos, normalmente, é superior ao de uma pessoa aos 58 anos. Quer seja por condição física ou prioridades diferentes no estilo de vida. Sem mencionar a maior propensão à doenças em função do número de primaveras e invernos vividos.

O maior risco na vida de um ser humano, não é aquele visível, que é anunciado como tal, pelos jornais e portais de notícias. O maior perigo na vida de um ser humano, é aquele que já deixou de ser apenas um risco e se tornou real; aquele que ele só percebe quando já é tarde demais. Ninguém vai conseguir recuperar o tempo que passou tentando agradar a todo mundo. Ou, aquele se dedicando a uma atividade que não lhe trazia realização e felicidade, deixando de construir histórias com pessoas e cenários com os quais sonhou a vida toda.

O maior risco que um ser humano corre, é chegar nos seus últimos 20 segundos de vida e se dar conta de que não protagonizou as histórias que iriam confortá-lo neste momento e o fariam ter a certeza de que sua vida valeu a pena.

Receba novidades por e-mail CadastroGratuito

Receba em Seu E-mail o Mais Atualizado Conteúdo Sobre Coaching e Desenvolvimento Pessoal do Brasil

Deixe seu Comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Crie seu fututo – 914×172