Como Planejar um Ano Proativo

05.03.2018
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“Que o seu ano seja tão bom quanto você desejar!”

Alguém já te disse isso no seu aniversário? Esse é um dos votos mais interessantes que você pode dar a alguém, na minha opinião, porque chama a responsabilidade para ela. Nesse artigo você vai aprender como planejar um ano proativo. Vou te mostrar porque “desejar” dá trabalho, e já que dá trabalho, porque você deve pensar direito sobre esse “desejar” levando em conta três aspectos diferentes ao estabelecer objetivos.

“Na vida recebo tudo aquilo que tenho a coragem de pedir”, disse a Oprah Winfrey. Parece que a parte mais difícil é receber, mas não é bem assim. As pessoas tem dificuldade de pedir. Por medo, por orgulho, por preguiça… Exige sim coragem, porque ainda que você espere que o que você quer caia do céu, tem gente que não se dá ao trabalho por não se achar merecedor.

Existe até um termo para isso: síndrome do impostor. A pessoa que sofre com isso frequentemente se acha uma fraude, e atribui todas as suas realizações à mera sorte ou ao fato de sua farsa ainda não ter sido “descoberta”. Se essa pessoa acredita que não deveria estar onde está porque não merece, imagina desejar alcançar ainda mais? Então sim, requer coragem, requer confiança. E requer humildade de saber que ainda há o que melhorar.

Superada a barreira do merecimento, cabe ressaltar que desejar tem ainda outro obstáculo. Você tem coragem de desejar algo e não fazer nada para conseguir? De querer mas nem se mover? Querer te pede pra se mexer! Querer te chama para ação! Como disse Martha Medeiros, “te aponta o dedo. E aí, criatura? Quis tanto e não batalhou?”

Então quando a gente quer que o nosso ano seja tão bom quanto a gente desejar, a gente assume uma postura protagonista e passa a planejar um ano proativo. Sob quais aspectos planejar o ano (e porque não a vida?) então?

Conquistas

Vamos começar pelo mais óbvio. Nós ocidentais já estamos acostumados a medir nosso grau de sucesso por nossas realizações. Então, aqui cabe até mesmo ressaltar que não se trata de transformar nossa vida em um game, o que causaria muito stress, ansiedade e sensação de vazio certamente. Isso também não quer dizer que conquistar não seja importante, desde que aquela “linha de chegada” seja de fato condizente com quem você é e o que quer para a vida. E que você também saiba aproveitar o caminho que leva àquela linha de chegada. E que, claro, entenda que o seu valor não depende de alcançá-la. Quais conquistas são importantes para você? O que você quer realizar? Que tipo de reconhecimento você espera receber da vida?

Contribuição

Uma vida pautada apenas em conquistas certamente é uma vida sem significado. Não é novidade que estamos aqui nesse mundo interagindo o tempo todo com pessoas e com o ambiente. Se viemos aqui por um motivo, com certeza foi para impactarmos esses nossos relacionamentos de forma positiva e também evoluirmos com eles. Para isso, recebemos nossos talentos. E a forma de devolvermos esses talentos para o mundo é contribuindo. De que forma você gostaria de contribuir para o mundo e para suas relações? O que você pode fazer para usar seus talentos para melhorar o mundo e suas relações? Como você pode ser proativo neste quesito?

Caráter

Dar importância a esse último pilar é entender que não se trata apenas de fazer e de ter, mas também de ser. Suas conquistas e seus meios de contribuir com o mundo serão influenciados pelo seu caráter. No fim da vida, o que mais importa é quem a gente foi, que marca a gente deixou. Aqui entra os seus valores, seus princípios, seus comportamentos. Como você quer ser lembrado? Quais palavras você gostaria que te definissem?

Refletir (e escrever) sobre o que você deseja em termos desses três aspectos para a sua vida, e depois para o seu ano, é se alinhar com sua missão. Você com isso traz mais significado para sua vida e para a vida dos outros. Então mãos à obra, planeje um ano proativo!

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Comentários:

  1. Obrigado, nobres!

    1. Bárbara Penido

      Gratidão pela presença! Espero ter contribuído com você!

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