Comunicação e Rapport

29.11.2017
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Você conhece uma miss simpatia?

Aquela pessoa carismática, muito sociável, que faz amigos em dois minutos, super fácil de conviver, que interage com todo mundo em todo lugar, que tem uma habilidade para relação interpessoal, que tem um talento especial para oratória, que consegue tudo que quer na conversa, que tem um mega poder de persuasão, que tem o dom da comunicação, que tem aquele “algo” especial.

Esse “algo” tem um nome: empatia.

E tem até um sobrenome, e francês: rapport.

Hoje eu queria dar algumas dicas para que vocês também possam melhorar a sua capacidade de comunicação e convencimento.

Isso é muito útil para fazer amigos, arranjar namorado, manter um relacionamento feliz, ter uma boa convivência com toda família, conseguir emprego, passar nas entrevistas e testes, se sair bem nas avaliações de desempenho, ser considerado um bom líder pela sua equipe, ser promovido, vender seus produtos, entregar seus serviços, ganhar algumas regalias por aí e ajudar muitas pessoas por onde passar.

Enfim, para todas as outras coisas da vida que envolvem pessoas.

Ou seja, quase tudo.

Como já era de se esperar, esse assunto é longo, vide a quantidade de horas/aula que existem só para falar desse tema.

Então, eu vou separar esse tema em pedacinhos.

Hoje eu vou explicar melhor quem é esse tal francesinho tão famoso nos cursos de psicologia, coaching, programação neuro-linguística, comunicação, etc.

O rapport é a arte de se conectar com as pessoas. É uma ligação muito forte, até inconsciente, de identificação e confiança entre dois seres. E ele é estabelecido através da comunicação.

Ah a comunicação! A fonte de todos os problemas e de todas as soluções do mundo.

Faça isso bem e voilà! A galinha dos ovos de ouro.

Faça isso mal e pá! A vaca foi pro brejo.

A comunicação e o corpo

E para começar a fazer isso bem é preciso saber que a comunicação não está só na parte verbal.

Na vida real, não basta saber português pra se comunicar bem com os brasileiros, inglês para se comunicar bem com meio mundo e mandarim para se comunicar bem com a outra metade.

No dia-a-dia, também não basta escolher bem as palavras que vai usar, como eu fico aqui horas lapidando meu texto.

Na verdade, o mais importante está no COMO é dito. A entonação, o tom que você dá nas palavras, como soa a sua fala. Nossa amiga Paralinguagem.

Mas isso também não basta.

Na verdade verdadeira, tem muita mensagem escondida no COMO você se COMPORTA ao falar, como gesticula, como mexe o corpo, para onde olha. Nossa dupla sertaneja Proxêmica e Cinésica.

Tem uma frase que eu gosto muito porque eu realmente sinto isso no dia-a-dia:

“O seu corpo fala tão alto, que eu não consigo escutar a sua voz”.

Prestando atenção no “como” a pessoa fala, você consegue  entender muito mais do que ela conseguiu dizer, ou até muito mais do que ela queria dizer.

Por isso a grande importância de sim, escolher as palavras certas para cada público, mas também usar o tom certo e a expressão corporal certa para comunicar o que você deseja.

Para isso existem muuuuitas artimanhas.

Você precisa saber sobre os sistemas representacionais. Isto é, descobrir se o seu interlocutor é mais visual, auditivo ou cinestésico e como se comunicar com cada um desses tipos de pessoa.

Você precisa prestar atenção no movimento provável dos olhos. Isto é, o que está se passando na mente do seu interlocutor quando ele movimenta os olhos de determinadas formas e como lidar com cada uma dessas situações.

Você precisa fazer espelhamento verbal e corporal. Isto é, como você pode acompanhar a forma da pessoa falar e os seus movimentos corporais para gerar maior conexão com ela.

Mas antes de tudo isso e acima de tudo isso, você precisa praticar a lei máxima da comunicação, a regra número um, a essência, o primeiro passo, o mais simples e talvez o mais difícil, o sentido mais puro da palavra empatia:

Se colocar no lugar do outro.

Como se colocar no lugar do outro?

Tirar os óculos que você usa desde que nasceu e tentar colocar os óculos do outro para ver o mundo.

Calçar os sapatos do outro para imaginar como é caminhar aquele caminho.

Estar 100% presente e 100% aberto para receber todas as mensagens que virão.

Se colocar numa posição de curioso, nunca de julgador.

Alinhar as energias com ele, combinar as energias e retroalimentar esse sistema.

Enfim, querer genuinamente, profundamente e simplesmente se comunicar.

Assim em breve você estará gerando relações muito mais saudáveis e efetivas com sua família, seu companheiro(a), seus filhos, seus amigos, colegas, funcionários, fornecedores, clientes, enfim, com qualquer pessoa que cruzar o seu caminho.

Afinal, já dizia Madre Tereza de Calcutá: “A primeira necessidade? Comunicação.”

Já afirmava Nelson Mandela: “Se falares a um homem numa linguagem que ele compreenda, a tua mensagem entra na sua cabeça. Se lhe falares na sua própria linguagem, a tua mensagem entra-lhe diretamente no coração.”

Já cantava Kurt Cobain: “Paz, amor e empatia”.

E já desconfiava eu: “A comunicação é a base da empatia. E a empatia é a solução da humanidade.”

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