Decidir e Ser Responsável pelas suas Escolhas

11.08.2017

Nunca é fácil tomar decisões.

Seja entre o que comer ou não comer, entre o que começar e o que terminar, entre com quem se relacionar e quem se evitar, ou entre sair agora ou daqui a uma hora, nosso cotidiano é recheado de decisões, pequenas e grandes, que vão definir o rumo da nossa vida.

Tomar decisões, embora faça parte do nosso dia a dia, é para muitas pessoas um obstáculo para construir a vida que querem.

Isso porque uma decisão nunca se basta em si mesma. Decisões ecoam no universo, trazendo consigo as consequências, e são estas que assombram muita gente por aí.

Trabalhando com desenvolvimento humano, como coach, conheci casos interessantes de pessoas que evitavam ao máximo ter que tomar alguma decisão, por conta do peso que as consequências dela trariam para si e para as pessoas que amam. Ao menos esta era a primeira impressão que tinham.

Ao longo do processo de coaching, em que decisões são constantemente tomadas a cada sessão, o medo de ter que lidar com consequências vai diminuindo, a pessoa vai relaxando e encontrando o equilíbrio que vai norteá-la no processo decisório ao longo de sua vida.

Quando tomamos uma decisão e ela se mostra acertada, inflamos de orgulho por ter feito a coisa certa, e disso extraímos o aprendizado de que decidir é o passo fundamental para o progresso.

Por outro lado, quando tomamos uma decisão e as coisas não saem como o esperado, sentimos o peso de não poder voltar atrás e refazer o nosso caminho, e disso também extraímos algum aprendizado que nos ajudará a decidir melhor da próxima vez.

Mas e as consequências?

Bem… estas virão de uma ou outra maneira. Decidindo, você enfrentará o peso de suas próprias escolhas. Deixando de decidir, você automaticamente estará transferindo as escolhas de sua vida para outras pessoas, porque quando você deixa de decidir, alguém faz isso por você, e sua existência passa a ser definida por outras pessoas.

O que é melhor para se fazer?

Gosto de dizer que é muito melhor ter o domínio sobre a minha vida do que passar esse poder para outras pessoas, então não fujo da responsabilidade de tomar decisões. Nem sempre acerto, mas sempre terei a rédea do meu destino em minhas mãos.

Como coach, conduzindo um programa completo, você terá que tomar decisões frequentemente. Que ferramenta usar? Que pergunta fazer? O que dizer agora? Devo mesmo dizer algo agora? Está bom de tarefas ou devo estimular a definir mais? Enfim, uma série de pequenas escolhas que definirá o progresso do seu coachee.

Não tenha medo de decidir. Certo ou errado você aprenderá a cada nova experiência, e se tornará um coach melhor. Só não deixe de tomar decisões, porque a letargia paralisará sua evolução, e você correrá o risco de passar o resto da vida conduzindo processos que nunca atravessarão a fronteira entre o mediano e o espetacular.   

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