Encontre o Equilíbrio do Seu Barco

14.11.2017

“Quem não se comunica, se trumbica”, “ninguém faz nada sozinho”, “quem não arrisca, não petisca” – você conhece esses bordões e ditados populares, mas talvez não saiba tudo que eles podem fazer por você.

Você já se sentiu empacado, sem saber como fazer para sair do lugar? Ou então, mais angustiante ainda, você já se sentiu fazendo um esforço enorme para chegar onde queria, mas nada do que fazia parecia te tirar do lugar?

Pois isso acontece porque você não está remando com os quatro remos ao mesmo tempo, com a mesma intensidade. Você provavelmente está colocando toda sua energia em um ou dois remos e os outros ficam lá esquecidos. Sabe o que acontece quando apenas um dos lados rema? O barco gira e gira, com esforço e sem percorrer grandes distâncias.

É preciso que os quatro remos estejam coordenados para que o barco siga adiante. A velocidade, nesse momento, pouco importa. Coordenação e equilíbrio são as chaves. Até porque você já sabe muito bem o que acontece quando se rema em alta velocidade, mas sem coordenação. Você já sentiu isso na pele.

Deixe-me apresentar os seus quatro remos do equilíbrio: o primeiro é a comunicação. Como o nosso icônico comunicador Chacrinha eternizou “quem não comunica, se trumbica”. Você está comunicando as pessoas ao seu redor e ao mundo dos seus objetivos? Sabe quando você conhece alguém que faz exatamente o que um outro amigo está buscando, e na mesma hora pensa em colocá-los em contato? Pois você nunca será a pessoa que recebe esses contatos se seus amigos não souberem o que você está buscando.

O seu segundo remo é o ato de solicitar: solicitar ajuda, informação, apoio, opinião ou qualquer coisa de que precise. Lembre-se de que “ninguém faz nada sozinho”, porque você precisaria fazer? Nós vivemos em comunidade e nossos talentos, habilidades e conhecimentos funcionam muito melhor juntos. Tenha certeza que muita gente está disposta a te ajudar, se souber do que você precisa e que a ajuda será bem-vinda.

“Quem não arrisca, não petisca” resume o terceiro remo do seu barco. Se você quer ir a um lugar em que nunca esteve antes, você precisa fazer algo que nunca fez antes. Você precisa arriscar, dar o passo de fé, acreditar que vai dar certo. E não adianta fingir que esta arriscando, mas no fundo saber que você pode simplesmente voltar tudo ao que era antes. Isso não é arriscar, isso é beirar o limite da sua zona de conforto, sem sair realmente de lá.

O quarto e último remo é uma ideia que parecia estar perdida dos ditados populares, mas vem reaparecendo com muita força dentre os buscadores da felicidade (e quem não a busca?). Estou falando da gratidão. Como sentimento genuíno, mas também como a ação de retribuir aos que te ajudaram e a si mesmo pelos esforços e conquistas.

Faça uma análise cuidadosa e sincera de seus esforços em direção ao seu objetivo. Em qual dos remos você coloca mais atenção e intensidade, qual você está deixando de lado? Diminua a intensidade de um, aumente a intensidade do outro e faça-os voltar ao equilíbrio. Você continuará precisando se esforçar, mas agora você perceberá o resultado e provavelmente se cansará menos.

É claro que barcos não navegam em qualquer ambiente e que o estado de espírito do remador tem total influência no remar da sua vida. Mas isso é um assunto para outro texto.

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