Que Tipo de Mãe Você é Para Sua Família?

12.12.2017

Que tipo de Mãe você é:

  • Superfuncional
  • Subfuncional ou
  • Otimizada?

Com o Coaching Parental (ou familiar), eu descobri que, apesar de sempre ter sido uma pessoa consciente e sempre  buscar me informar e estimular a independência da minha filha, eu já fui uma Mãe Superfuncional.

Parece uma coisa boa, não é? Superfuncionar parece que é até um elogio! Nossa eu funciono demais! Eu superfunciono! Resolvo tudo… E é quase isso mesmo. Mas até que ponto isso é bom?

Culturalmente, nós mulheres somos criadas para nos posicionarmos como “aquela que dá conta”, como uma mulher que consegue fazer tudo, atender a todos.

E nesta tarefa de cumprir os nossos papéis acabamos invadindo os espaços e não colocando limites no que fazemos, e acabamos fazendo demais.

Queremos agradar, cuidar, demonstrar amor… E nos esquecemos da pessoa mais importante: nós mesmas!

Superfuncionar é ir além das suas responsabilidades, é fazer cada vez mais e com isto centralizar, controlar ou superproteger. É focar nos outros e nem um pouco em si mesma.

Focar no bem estar dos filhos, do marido, dos parentes, fazer coisas pelos outros que eles mesmos poderiam fazer: planejar, fazer e colocar comida no prato e o prato na pia; amarrar o tênis, arrumar o quarto, fazer o supermercado e a comida, lavar a louça, organizar toda a casa, agendar o médico e dentista de toda a família, comprar os presentes, planejar e executar as festas. E ainda trabalhar fora.

Algumas mães não se sentem sobrecarregadas. Afirmam que este é o seu papel e que gostam de ser assim, e gostam mesmo. Sentem-se bem cumprindo esta missão.

Porém o grande problema é que, sempre que alguém superfunciona em um relacionamento há um desequilíbrio no sistema e, em consequência, alguém, ou o resto do sistema SUBfunciona.

E provocar um subfuncionamento é negar ao outro o direito de se desenvolver como indivíduo independente e autônomo, de cometer seus próprios erros e de aprender por si, de ter comportamentos e atitudes que o levarão a crescer emocionalmente.

Um filho que subfunciona não consegue tomar decisões, tem dificuldades de cumprir compromissos e prazos, não sabe resolver seus problemas ou tomar decisões e leva isto para a vida adulta. E sempre vai buscar alguém que superfuncione para se apoiar, para dizer o que deve fazer ou agir.

Qual mãe quer que sua filha seja submissa em um relacionamento e se mantenha em um casamento em que não é feliz? Ou que seu filho não consiga se promover no emprego ou concluir os estudos, ou ser demitido por não conseguir ter alta performance na vida? Ninguém em são consciência quer plantar coisas assim na vida do outro, não é mesmo?

Pessoas que subfuncionam dependem que alguém faça algo por elas, são movidas a elogios e bajulações, são tímidas por não saberem decidir sozinhas pois sempre tiveram uma mãe ou um pai para sustentar esta posição confortável, mas tão prejudicial à própria vida!

Há também mães subfuncionais: as que permanecem em uma posição de dependência, seja do marido ou de outras pessoas, de forma tal que são incapazes de decidir ou de ter atitudes, seja no casamento ou na maternidade. Aquelas pessoas que não saem de casa sozinha, precisam pedir opinião para tudo, desde o cardápio da semana até se cortam ou não o cabelo. Pode parecer bobagem mas isto é um sintoma de desequilíbrio do sistema familiar e as consequências para os filhos não são as mais positivas… Ainda mais se pensarmos em como somos exemplos para eles. Será este exemplo que queremos que sigam?

Então, qual é a medida?

Há alguns anos eu era superfuncional. Fazia tudo para todos e a justificativa: “é que minha filha é  pequena e dependente”, “eu trabalho 6 horas por dia enquanto meu marido trabalhava 8” e por isso eu deveria me sacrificar mais para que todos ficassem bem. Eu precisava cuidar de todos para que as coisas funcionassem bem e todos ficassem felizes e satisfeitos.

Até que eu me vi exausta, insatisfeita, amarga, frustrada comigo mesma. Eu não tinha tempo para mim! E quando tinha eu… descansava!

E lentamente, mesmo sem a consciência e o conhecimento que tenho hoje, comecei a me tornar e tornar a minha família otimizada! E como as coisas melhoraram, para todos!

Em uma família otimizada, cada membro cumpre seu papel de forma clara e bem definida. Otimizar é desenvolver a habilidade de funcionar bem no dia a dia, todos tornam-se úteis e sentem a necessidade de realizar as suas tarefas sem sobrecarregar ninguém. Cada um consegue cuidar de si, sem a sensação de que está sendo injustiçado, sem se preterir em prol dos outros.

A consequência do desequilíbrio na família

A maioria das pessoas só se dá conta do desequilíbrio do funcionamento, seu ou da família, quando o caos toma conta, quando o cansaço extremo ou as doenças físicas e emocionais dão seus sinais.

E os demais membros são forçados a se reposicionar, e o sistema familiar pode entrar em colapso.

Quando alguém que assume todos os cuidados e papéis adoece ou se rebela, não podendo mais desempenhar as funções de antes, cada membro é forçado a assumir novos papéis e desempenhar funções que antes não necessitava.

E a máxima prevalece: se não for pelo amor, será pela dor.

Então, antes que o desequilíbrio deixe sequelas, avaliar o quanto antes o funcionamento do sistema e buscar o equilíbrio, a otimização, é algo fundamental para a saúde dos indivíduos, das famílias e do mundo.

Quer fazer um teste e descobrir como é seu funcionamento?

Envie um e-mail para flavia@flaviagama.com.br ou flavigamacoach@gmail.com dizendo:

QUERO SER OTIMIZADA

Terei prazer em ajudar você a otimizar o funcionamento da sua família!

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