Renda Mínima? Saiba Qual é a Quantidade de Dinheiro que Você Precisa

23.01.2018
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Se você não faz parte da linha sucessória direta da coroa britânica, certamente tem sentido na pele a crescente importância dada ao dinheiro. Ele tem se tornado tão vital quanto o oxigênio, que precisamos para nos mantermos vivos.

Não importa o quão desapegado você seja em relação ao dinheiro, no mundo em que vivemos ter dinheiro o suficiente pode ser a diferença entre vida ou morte, entre um tratamento de saúde com ou sem nenhum efeito colateral (ou sequela). Pode ser a diferença entre uma carreira profissional promissora com muitas oportunidades ou o futuro limitado de uma aposentadoria do INSS.

E em meio a essa ordem econômica vigente, além de se manter ativo economicamente para garantir o padrão de vida que escolheu, você ainda precisa arranjar espaço na sua agenda para escapar da obesidade, manter-se saudável e ter tempo para as pessoas queridas. Depois ainda tem: social com os amigos, gato, cachorro, papagaio… E enquanto cuida de cada um desses aspectos da vida: sentir-se feliz. Você pode estar pensando:

– Nossa! Onde é que eu fui me meter? Que saudades da minha infância!

Ironias e desabafos à parte… Se você encontra-se numa situação mais ou menos confortável que esta que acabei de descrever, o fato é que o dinheiro e a felicidade são e serão figuras importantes na sua vida. Ora um, ora outro, passará a ter mais prioridade na sua história pessoal.

Antes de responder a questão chave deste artigo, vamos desmistificar alguns aspectos relacionados à felicidade e ao dinheiro; esses dois elementos que acabam influenciando e impactando diretamente o roteiro da nossa vida.

Riqueza e Pobreza x Felicidade

A pobreza está intimamente ligada a ideia da escassez ou ao apego a essa ideia. Um exemplo disso, é o avarento, o popular “mão de vaca”. O mão de vaca é alguém que morre de medo que o dinheiro acabe, mesmo sendo proprietário de bens e/ou possuindo uma fonte de renda que garanta seu sustento. Movido pelo medo da escassez e pelo apego ao dinheiro, se torna uma pessoa muito controladora, mesquinha, obcecada em acumular e economizar cada centavo.

Por estar constantemente preocupado com o dinheiro e viver quase em função disso, o avarento fica na defensiva, não tem tempo para as outras pessoas ou não vê o seu contato com elas como uma prioridade. Assim, vive isolado numa gaiola de ouro com camuflagem de ferro, cerca elétrica e vigilância em tempo integral. Felicidade? Ele acredita que é cara demais para gastar seu dinheiro com ela!

A riqueza por sua vez, está associada à ideia da abundância. De forma prática, ela é representada por um sistema de fluxo de caixa sustentável e vigorosamente positivo. Ou seja: todos os gastos (saídas de caixa) são cobertos por fontes de renda direta (salário ou pro labore) ou residual (aluguéis, royalties, direitos autorais, patentes…). E o saldo positivo restante é investido em novos ativos ou retorna ao sistema para dar ainda mais corpo às fontes de renda existentes.

A pessoa rica pratica a generosidade e a caridade porque tem consciência da sua responsabilidade social e compreende a lei da abundância e da prosperidade. A medida em que “fazer dinheiro” assume uma prioridade menor em sua vida, ela passa a viver num outro nível, onde a felicidade, a amizade e o amor, ganham ainda mais importância, sentido e propósito na vida dela.

Quanto Custa para Ser Feliz

Uma das pesquisas da Escola de Negócios de Harvard, na qual participaram 4 mil milionários de vários países, concluiu que não há uma quantia exata de dinheiro para que uma pessoa se sinta feliz. Foi observado também que na medida em que essas pessoas têm um trabalho que consideram significativo e que aumenta sua riqueza, elas podem experimentar mais felicidade.

E para as pessoas com renda abaixo de 1 milhão de dólares? Os ganhadores do prêmio Nobel de Economia em 2015, Daniel Kahneman e Angus Deaton, sugerem que uma renda anual de R$ 250 mil (ou R$ 20,80 mil por mês) é ideal. De acordo com a pesquisa, os dados sugerem que a felicidade aumenta quando a riqueza cresce.

Outros Aspectos

Comparar os seus resultados com os de outras pessoas que tem mais dinheiro que você pode comprometer drasticamente a sua felicidade.

O seu nível de ambição deve ser usado para motivá-lo e inspirá-lo a continuar crescendo e prosperando; não para culpá-lo por ainda não ter alcançado o objetivo que gostaria.

Ou seja, você deve aprender a ter controle sobre suas emoções. Com o autoconhecimento será mais simples e natural lidar com o dinheiro de forma saudável. Assim, sua experiência humana poderá ser vivida de forma mais equilibrada, fluida, intensa e com qualidade. Um ambiente propício para a felicidade.

Quer saber como ter mais tempo livre ou como criar uma estratégia para impulsionar os seus resultados financeiros ou mesmo, como fazer as pazes com o dinheiro? Agende uma conversa com um coach. Ele poderá lhe ajudar: tirando dúvidas, sugerindo novas possibilidades ou definindo uma estratégia de crescimento adequada às suas necessidades.

Sinta-se à vontade para me enviar suas dúvidas ou sugestões para meus próximos artigos. Será um prazer receber o seu feedback.

Gratidão pela sua atenção e boas escolhas!

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