Você se Faz de Vítima?

25.01.2018
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Todos nós já passamos em algum momento da vida por situações de grande desafio ou de dor, seja ela física ou emocional.

E quando estamos diante destas situações, sempre tomamos uma decisão, mesmo que inconsciente, entre assumir o papel de vítima ou encontrar algum tipo de motivação nesta dor e buscar soluções para superar o problema.

Muitas vezes, assumir esse papel de vítima a primeiro momento é o mais fácil. A pessoa se mantém em sua zona de conforto e ainda atrai a atenção e compaixão das pessoas que se comprazem com a situação.

Desta forma, a auto-vitimização se estrutura através dos seus ganhos secundários, onde o indivíduo se anula de críticas e objeções e ainda recebe carinho ou adulações que lhe fortalecem do ego.

E esse comportamento pode ter sido estimulado na infância.

Crianças que só recebem atenção quando estão doentes ou se machucam acabam entendendo que a sua própria dor lhe dá o mérito de receber a atenção e carinho dos pais. Assim crescem utilizando esse recurso para serem vistas e atendidas pelos outros.

Mas em alguns casos, esse vitimismo pode se tornar crônico, onde esse comportamento é constante e faz com que a pessoa tenha uma visão totalmente distorcida da realidade.

O vitimista busca sempre um culpado pelos seus problemas, seja uma pessoa específica, seja o governo, a família ou até mesmo o destino, esquivando-se assim da responsabilidade de tudo o que acontece na sua vida.

Podem manipular as situações e as pessoas emocionalmente para conseguirem o que querem e com suas lamentações trazem a atenção dos demais para si, sentindo-se assim importantes e reconhecidos, mesmo que através de um sentimento de pena.

Quais as consequências da vitimização?

As perdas são muito dolorosas e bem maiores que os ganhos secundários.

Este comportamento, que acaba se tornando um hábito, afasta a pessoa de seus sonhos e objetivos, pois seu foco está totalmente voltado para o problema e não para a solução e criação de uma nova realidade em sua vida.

Quando a pessoa escolhe ser vítima, ela está abrindo mão de todo o seu potencial e poder. Ela escolhe viver do lado efeito e não do lado causa, simplesmente sofrendo as consequências dos fatos, muitas vezes distorcidos por ela mesma, não tendo controle nenhum sobre a própria vida.

Os relacionamentos pessoais podem se tornar doentios na medida em que o vitimista torna-se dependente da atenção e complacência dos outros para se sentir bem, criando e atraindo cada vez mais situações para se manter no papel de vítima.

As relações profissionais ficam prejudicadas pela incapacidade de se responsabilizar e solucionar problemas.

Até mesmo a saúde pode ser impactada uma vez que o corpo reflete o que há em nossa atmosfera mental. O contínuo comportamento vitimista alimenta a baixa autoestima, podendo levar até mesmo à depressão.

Fique alerta!

Autoconhecimento é sempre a chave do desenvolvimento humano. Então, o primeiro passo é ficar alerta aos seus pensamentos e comportamentos.

Perceba o quanto você está valorizando o sofrimento repetindo as mesmas lamentações para todos a sua volta. A mesma energia gasta para manter o sofrimento pode ser canalizada para encontrar uma solução.

Mas para isso, é preciso primeiro compreender que a mudança está em você e não no outro.

O filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre já dizia “ Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”.

A tomada de consciência deste poder que há dentro de você abre as portas para acessar todo o seu potencial e capacidade de se reinventar.

Então busque o aprendizado nas adversidades. São eles que te fortalecerão através do aprimoramento de suas habilidades e recursos internos.

Procure a ajuda de um profissional se for preciso. Os benefícios desta mudança para a sua vida é algo incalculável!

E por fim, abra a sua mente!

As pessoas de sucesso não perdem tempo com lamentações. Não enxergam fracasso nos obstáculos que enfrentam e tiram deles o aprendizado necessário para desenvolver suas capacidades e seguir em frente rumo às suas metas.

Então vamos lá! A única pessoa que pode assumir o comando da sua vida é você mesmo! E você pode dar o primeiro passo agora!

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